domingo, 3 de março de 2013

A resposta é : Sim, ele me faz bem !


Às vezes sinto insegurança diante de algumas coisas, um medo súbito que me imobiliza de certa forma. Não sei se é algo bom ou ruim pra mim, porque esse medo me faz querer enfrentar tudo, independente do que seja. Tenho receio de que não seja como estamos planejando, mas sei que podemos conseguir o que queremos de alguma forma. Os problemas, as dificuldades que enfrentamos podem parecer grandes aos olhos dos outros, mas aos nossos olhos são apenas pequenos obstáculos que a vida nos apresenta, nada impossível de se conquistar. É como se fosse um teste de coragem e auto-estima. Aliás, se você não possuir um pingo de auto-estima, não vai chegar muito longe, e se te falta coragem, meu amigo, aí você está perdido.
O medo não te torna um covarde, a não ser que você deixe que ele te domine. O medo pode ser positivo quando ele te faz encarar o que teme. O medo não faz de você menos corajoso. Você já é corajoso por ter medo. Se tiver a vontade de enfrentá-lo.
A vida pode nos presentear com uma boa saúde, mas a partir daí, cabe a nós conquistarmos. E que não seja da forma mais fácil. Mesmo que se torne custoso, ou desgastante, no final é sempre gratificante. E não importa quantas vezes você caia. O importante é se levantar e fazer com que não tropece na mesma pedra que outrora o fez cair. Não persistir no erro. Se de tijolo em tijolo se constroem belas casas, então é possível que a cada erro haja um acerto. E se assim for sucessivamente, o futuro que te espera certamente será prazeroso.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Se ao menos eu tivesse o poder de mudar o mundo, de não deixar que as mudanças de hoje fossem o que são. De que voltasse a ser como antes quando eu ainda era uma criança; quando as estações do ano correspondiam ao que nos era ensinado no primário; quando o calor não passava de 32ºC ; quando o frio durava semanas e às vezes até meses e as manhãs eram revestidas de neblina; ou quando a grama era muitas vezes encharcadas de orvalho e as chuvas não eram uma preocupação, não eram temidas. De quando a maior alegria dos jovens de 15 à 17 anos era programar uma partida de 'bets' na rua de casa com ou sem chuva. Quando as amizades e as coisas simples que faziam eram mais importantes e valorosas do que as roupas caras e as baladas do momento de hoje em dia.  Onde mãos dadas era mais carinhoso, mais aconchegante ao invés de beijos quentes e amassos em público. Infelizmente eu não tenho esse poder de mudar o mundo . Esse mundo de ganâncias, de mentiras, etc. Mas tenho as lembranças de um mundo passado que me motivam a ser quem sou. Que me inspiram a imaginar e tentar mudar.