domingo, 4 de dezembro de 2011

, um pouquinho da realidade

 No caminho que trilhamos somos sempre surpreendidos com cenas que, ás vezes, são classificadas como “normais”. Vivemos em um mundo de injustos, mas isso não quer dizer que só há injustiça em nosso meio.
    Por incrível que pareça, ainda é possível encontrarmos pessoas que possuem um caráter de bem. No que se diz respeito, distinguir o bem e o mal durante o caminho que percorremos , significa estar atento a tudo a nossa volta. Fazer escolhas que te proporcionam felicidade e até mesmo saber lidar com situações difíceis, ser honesto ao aplicar a uma pessoa qualquer tipo de acusação ou sentença, seja ela qual for.
    Ouvimos, lemos e até presenciamos vários tipos de injustiças sendo cometidas por pessoas que certamente, possuem um diploma (advogados, juízes, professores, etc). Mas qual a palavra que define melhor a capacidade que uma pessoa tem, de encobrir o próprio erro e ainda, a pessoa que sabe do erro cometido fazer o mesmo?   Para este caso existem várias, mas podemos relacionar este fato ao observarmos que em nossa sociedade, muitos pais escondem os erros dos filhos e vice versa.
     Deste modo, acabam por gerar opiniões contrarias, pois, de certa forma, estão esquecendo-se dos valores morais que a família, num todo, batalhou para conquistar e que atualmente esta sendo desvalorizada por muitos. Vale lembrar que isso acontece em vários casos, e não só nas famílias.
     O bem e o mal, o justo e o injusto querendo ou não, estão presentes em todo lugar. Sonhamos sim com um país melhor, onde não haja nenhum tipo de opressão, violência, ganância, entre tantos outros males que afetam a humanidade. Pensamos em soluções que podem vir a modificar aos poucos o ambiente em que vivemos, seja em casa, no trabalho ou nas ruas. Mas a vida não é como a gente quer, entre o sonho e a realidade, existe um anjo mau que resiste ao nosso desejo.



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Sem palavras ,

        E o tempo é mesmo o melhor remédio.
        Não caiu a ficha ainda sobre o que me disse ontem. Esperei todo esse tempo ansiosa pelo o que você me diria. Não tenho palavras pra descrever o que senti e não estou tendo agora pra demonstrar a minha felicidade.
      Isso foi apenas a tentativa de falar sobre algo que por mais simples que seja, neste momento, pra mim, não é possível descrever.

               

terça-feira, 4 de outubro de 2011

(sem ideia pra título) ,

        Já não sinto mais aquela certeza do que realmente quero. Aquela ânsia de ser tudo que amava, pelo simples fato de imaginar-me conseguir. Não sei ao certo o que me fez pensar assim, mas isso me deixou confusa. Precisava. Necessitava neste momento de um abraço teu. Queria conversar contigo e resolver de uma vez por todas, as coisas que temos que resolver e que toda vez é adiada por um motivo, uma razão que eu nem sei se é verdadeira.
      Não consigo entender o porquê de fugir ou adiar. Não seria menos complicado resolver de uma vez e acabar com tudo isso ? Com toda essa angústia ? Seria. É claro que seria. Mas não é isso que você faz. E hoje, novamente te perguntei : " quer conversar hoje?".  E esperei ansiosa a tua resposta. Mas não adiantou em nada toda essa ansiedade, porque mais uma vez, o que recebi foi o silêncio. E isso é muito mais angustiante.


       " e as promessas de se tornar a se ver são adiadas por uma razão ou outra."

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Domingo 25 de Setembro ás 16:45 ,

    "Eu achei que não, mas ainda gosto de você."
  Essas palavras martelam em minha cabeça desde que ás disse. Não consegui me conter e após um abraço apertado que ele me deu, senti que a primeira lágrima caíra de meus olhos e consequentemente muitas delas. Ele me perguntava o que havia acontecido, e tudo o que eu conseguia fazer, era apenas balançar a minha cabeça negativamente. Chorava ainda mais abraçada á ele. Sentia suas mãos limparem cada lágrima que escorria pelo meu rosto. E mais uma vez a tua voz soava baixa, me perguntando novamente o que tinha acontecido. Desta vez eu não pude controlar, e as palavras saíram de minha boca num sussurro. "Eu achei que não, mas ainda gosto de você." 
     Ele abraçou-me ainda mais forte e pediu pra que ficasse calma. Eu assenti com a cabeça, mas não consegui fazer o que me pediu. Depois que ele foi embora, entrei em casa e fui direto para o meu quarto. Afundei em minha cama e chorei silenciosamente. Sem que percebesse, perdi o sono e me vi ainda acordada quando o sol se pôs. E agora sinto medo. Medo do que possa vir a acontecer daqui pra frente. Medo de que as coisas mudem outra vez. E é esse medo que me faz querer sumir. Fugir pra qualquer outro lugar. 




                                    " And I miss you when you're not arond. " ♪ 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

♪ ♫ ♪ ♫ ♪ ♫


      Já parou pra pensar que sempre há uma maneira para ser feliz ?!
      É engraçado como eu mudo de humor de uma hora para outra. Posso estar triste ou sem vontade de fazer nada, mas só de ouvir uma música, - seja ela qual for - o sorriso nasce em meus lábios. Acho que a música em si, independente de qual seja, me faz sentir mais leve, me sinto encantada, enfeitiçada por qualquer tipo de som. Posso dizer que a música é o meu maior vício. Não vivo sem. É como a água, sem ela não consigo sobreviver por muito tempo. Meu fascínio.
    Sei que todos possuem a sua própria maneira de se sentir assim. Seja com a escrita, com o seu emprego, com a música (assim como eu, haha) . Enfim, existem mil e uma maneiras pra isso.
  A música, com certeza , é a minha maneira. Se tornou o meu refúgio, minha alegria, meu vício, minha dependência. Definitivamente, minha inspiração.

*-*

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Perché ci sentiamo perduti in mezzo a tanta gente ?


Me sinto assim hoje. Perdida. Como se não fizesse diferença estar ou não aqui. Perguntas em minha cabeça me atormentam, fazem me sentir ainda mais estranha. Lágrimas brotam em meus olhos, não porque quero, mais por não conseguir controlá-las, e choro. Um choro quieto, de saudade. Tento entender as coisas que se passam em minha mente, a minha volta. E por não entendê-las, não conseguir achar respostas ou explicações, choro ainda mais. Pego o livro e leio um pouco procurando afastar de alguma maneira todos esses pensamentos, essas perguntas. Incrivelmente como as coisas acontecem sem que desejamos que aconteça. Vejo escrito ali, naquela página "...Na vida sempre buscamos explicações. Mas, ás vezes, não existe. E por mais triste que pareça, essa é exatamente a explicação." 
   Logo após ter lido esse trecho, enxugo minhas lágrimas e sinto meus olhos brilharem por saber que é a mais pura verdade. O fato de não acharmos respostas ou explicações para aquilo que procuramos, pode ser simplesmente, o fato de que elas não existem. E isso basta.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

(...)

-. Me pergunto o que é realmente ser feliz !? O que será essa felicidade, comparada com o quê se vê a nossa volta. São tantas guerras, tantas mortes, desilusões - sejam elas amorosas ou não - , tanto ódio/ rancor no coração das pessoas. A ambição de se querer ter tanto, de querer mais do que se pode ter faz com que as pessoas gerem conflitos entre si mesmas. De que adianta serem ricos de dinheiro , se falta aquilo que os enriquece muito mais ?  Se falta a humildade, o amor ? O amor é o que nos torna mais belos. Mas infelizmente, muitos são pobres dele. E isso me entristece cada vez mais. Onde está a felicidade de que tanto se fala ? Será que ela realmente existe ? E se existe, onde ela está ? Bom, pode existir para alguns e para outros ela nem sequer tenha aparecido, ainda. Creio que a felicidade de que tanto se fala, está nas coisas mais simples da vida. Está num abraço apertado, numa palavra amiga, num gesto de carinho e de atenção. No simples fato de amar alguém verdadeiramente. Escrevi isso porque sinceramente, sinto um desprezo enorme ao ver que o ser humano, é capaz de praticar atos que nos levam a presenciar as várias tragédias que acontecem no dia-a-dia. Ao ver que muitos destroem o próprio habitat em que vivem por serem ambiciosos. E ao pensar nisso, muitas vezes desejei não existir, o que de fato, não iria mudar em nada.
Posso ter dito bobagens, mas e daí ? É só um texto. (risos)

Felicità ,


Felicità ,

~. Segunda-feira. 29 de agosto. Exatamente ás 10:33.
Hoje me sinto mais leve. Feliz eu creio. Meus pensamentos estão voltados somente para uma pessoa. Ele.
Ele que faz com que me sinta bem pelas coisas que me diz. Ele, que está a poucos quilômetros de distância. Mas essa distância não importa, pois o mantenho vivo em minha memória. O mais vivo possível. Ás vezes,  por incrível que pareça, penso escutar a tua voz. Sorrio. Pareço uma boba, mas que se dane. Passa pela minha cabeça, como se fosse um filme, as poucas horas que estive com ele. Apesar desse pouco tempo, é incrível como não me esqueci de  nenhum detalhe. Desde decidir ir á sua casa. Estar lá com ele, - porque não me importava as outras pessoas que também  estavam lá. Dar risadas de algumas coisas. E depois ele e eu. Aquele quarto... Sorrio ainda mais e percebo olhares voltados
para mim. Devo estar rindo alto. Não ligo. Estou realmente feliz. Feliz em lembrar daquele dia como se fosse ontem. Feliz em ver que desde aquele instante ele passou a fazer parte da minha história de alguma maneira. E fico ali assim, sentada em minha carteira na sala de aula com um riso bobo nos lábios. Olho para fora da janela. Observo aquele céu azul. Respiro fundo, ainda sorrindo. Fecho meu caderno. 10:45.
(...)
A mesma Segunda-feira. Porém agora, um pouco mais tarde. Bem mais tarde.
O dia hoje me pareceu passar rápido demais. Não sei se foi pelo fato de eu ter lido a maior parte do tempo, ou se foi simplesmente, porque não estava preocupada com as horas. Olho para o relógio. Já são 22:53 horas. Não faz diferença. Não agora. Tomo um banho e me deito no sofá. Sinto-me cansada, mas não sei dizer o porquê. Olho para fora da janela exatamente como fiz essa manhã. Fico olhando agora, as estrelas desse céu que agora me parece mais distante. Penso ter escutado algo tocar. 
Pego meu celular e não vejo nada. Ou melhor, não vejo mais nenhuma mensagem dele. Imagino o 
que ele deve estar fazendo neste momento. Gosto da ideia de que deve estar deitado, descansando depois de mais um dia de trabalho. Pronto. Me pego mais uma vez pensando nele. Por fim, com todos esses pensamentos, acabo me perdendo  novamente. Fecho os olhos e vejo a tua imagem. Sorrindo e olhando para mim. Aquele sorriso do qual eu gosto tanto. Nem percebo que adormeço. Continuo ali. Deitada. Imersa em meu sono. O sono mais tranquilo dessa noite. Disso eu tenho certeza.
Pois sonho mais uma vez com ele. 


Speranza ,

-. Quinta-feira, 25 de agosto. 
Estou paralisada na sala de aula olhando para o nada. Submersa em pensamentos divertidos. Lembranças de um passado recente. Agora são exatamente 10:59. As horas parecem não passar e eu já me sinto estranhamente perdida. Preciso de algo que me traga novamente para a realidade. Meus sonhos e pensamentos se perdem definitivamente de mim. Já não penso mais nas coisas boas do passado. Me vejo agora em algum lugar da minha memória. Um lugar triste. Um lugar onde só há uma coisa que me faça ficar presa ali. 
A imagem de nós dois. Felizes e tristes ao mesmo tempo. Juntos e na mesma hora separados. Como alguém que parte uma fotografia exatamente ao meio. Separando, assim, de uma maneira tão simples, aqueles sorrisos. Sinto então, algo que me machuca por dentro. Algo que sufoca. Que aperta e dói. Me vejo, de repente, chorando ali naquela sala. Sem medo algum de que alguém me veja e ria de mim. Mas por um instante, por uma fração de segundos, me liberto desses pensamentos. E vejo que sim, ainda há tempo de voltar e ser feliz novamente. Ainda existe, dentro de mim, um restinho de esperança.