"Eu achei que não, mas ainda gosto de você."
Essas palavras martelam em minha cabeça desde que ás disse. Não consegui me conter e após um abraço apertado que ele me deu, senti que a primeira lágrima caíra de meus olhos e consequentemente muitas delas. Ele me perguntava o que havia acontecido, e tudo o que eu conseguia fazer, era apenas balançar a minha cabeça negativamente. Chorava ainda mais abraçada á ele. Sentia suas mãos limparem cada lágrima que escorria pelo meu rosto. E mais uma vez a tua voz soava baixa, me perguntando novamente o que tinha acontecido. Desta vez eu não pude controlar, e as palavras saíram de minha boca num sussurro. "Eu achei que não, mas ainda gosto de você."
Ele abraçou-me ainda mais forte e pediu pra que ficasse calma. Eu assenti com a cabeça, mas não consegui fazer o que me pediu. Depois que ele foi embora, entrei em casa e fui direto para o meu quarto. Afundei em minha cama e chorei silenciosamente. Sem que percebesse, perdi o sono e me vi ainda acordada quando o sol se pôs. E agora sinto medo. Medo do que possa vir a acontecer daqui pra frente. Medo de que as coisas mudem outra vez. E é esse medo que me faz querer sumir. Fugir pra qualquer outro lugar.
" And I miss you when you're not arond. " ♪
Fugir não Débora. Sinceramente, eu não sei que conselhos dar, porém não se engane e não se torture. Venha o que vier, continue forte. As vezes a maré é alta, noutras vezes ela vem calma, não podemos sofrer sem antes passarmos por elas.
ResponderExcluirDe uma forma literária, gostei muito do texto, sabe que lhe dou a maior força para continuar escrevendo, e desejo insanamente, ver textos tão bons quanto esses falando do quão feliz estás.
Com amor, mana.
Fugir não é a solução. Pode ter certeza. o amor é dilacerador, infelizmente. Chore quando der vontade, mais não se entregue ao pranto todos os dias. O seu sorriso será a chave.
ResponderExcluirGostei daqui, te sigo. *-*
Abraços.